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Charlotte Russe de Frutos Vermelhos
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Foto de Charlotte Russe de Frutos Vermelhos

Charlotte Russe de Frutos Vermelhos

Manjares D’Alma
Manjares D’Alma @manjares_dalma2020
Leiria, Portugal

#ABCDasReceitas

“A curiosidade de Vítor estava excitada. Com os cotovelos na mesa, devorava Marinho com os olhos. Mas o excelente homem falava a espaços, muito ocupado agora com o seu roast-beef, comendo com método, fazendo estalar a língua, concentrando-se para saborear. E foi só quando o criado trouxe uma Charlotte Russe que Marinho, depois de ter passado a não pela testa, como para clarificar e dispor as suas recordações, largou tudo(...)”

Do romance A Tragédia da Rua das Flores de Eça de Queiróz.

Uma doce tragédia é o que me acontece quando vejo esta maravilha! Um pouco como Marinho... Devo dizer que é das poucas sobremesas que não me contento só com uma fatia. De paladar tão delicado com um equilibrado contraste da fruta ácida, eis a sobremesa digna da expressão “é de comer e chorar por mais”!

Não obstante a sua origem russa, esta delícia tem cunho francês. Quem a inventou foi o Chef Marie-Antoine Carême, responsável pela “haute-cuisine” francesa, que a batizou de Charlotte Russe em homenagem ao seu então patrão, czar Alexandre I, e à filha do seu anterior patrão, a Princesa Charlotte, filha de George IV do Reino Unido.

#ABCDasReceitas

“A curiosidade de Vítor estava excitada. Com os cotovelos na mesa, devorava Marinho com os olhos. Mas o excelente homem falava a espaços, muito ocupado agora com o seu roast-beef, comendo com método, fazendo estalar a língua, concentrando-se para saborear. E foi só quando o criado trouxe uma Charlotte Russe que Marinho, depois de ter passado a não pela testa, como para clarificar e dispor as suas recordações, largou tudo(...)”

Do romance A Tragédia da Rua das Flores de Eça de Queiróz.

Uma doce tragédia é o que me acontece quando vejo esta maravilha! Um pouco como Marinho... Devo dizer que é das poucas sobremesas que não me contento só com uma fatia. De paladar tão delicado com um equilibrado contraste da fruta ácida, eis a sobremesa digna da expressão “é de comer e chorar por mais”!

Não obstante a sua origem russa, esta delícia tem cunho francês. Quem a inventou foi o Chef Marie-Antoine Carême, responsável pela “haute-cuisine” francesa, que a batizou de Charlotte Russe em homenagem ao seu então patrão, czar Alexandre I, e à filha do seu anterior patrão, a Princesa Charlotte, filha de George IV do Reino Unido.

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Charlotte Russe de Frutos Vermelhos

Manjares D’Alma
Manjares D’Alma @manjares_dalma2020
Leiria, Portugal

#ABCDasReceitas

“A curiosidade de Vítor estava excitada. Com os cotovelos na mesa, devorava Marinho com os olhos. Mas o excelente homem falava a espaços, muito ocupado agora com o seu roast-beef, comendo com método, fazendo estalar a língua, concentrando-se para saborear. E foi só quando o criado trouxe uma Charlotte Russe que Marinho, depois de ter passado a não pela testa, como para clarificar e dispor as suas recordações, largou tudo(...)”

Do romance A Tragédia da Rua das Flores de Eça de Queiróz.

Uma doce tragédia é o que me acontece quando vejo esta maravilha! Um pouco como Marinho... Devo dizer que é das poucas sobremesas que não me contento só com uma fatia. De paladar tão delicado com um equilibrado contraste da fruta ácida, eis a sobremesa digna da expressão “é de comer e chorar por mais”!

Não obstante a sua origem russa, esta delícia tem cunho francês. Quem a inventou foi o Chef Marie-Antoine Carême, responsável pela “haute-cuisine” francesa, que a batizou de Charlotte Russe em homenagem ao seu então patrão, czar Alexandre I, e à filha do seu anterior patrão, a Princesa Charlotte, filha de George IV do Reino Unido.

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“A curiosidade de Vítor estava excitada. Com os cotovelos na mesa, devorava Marinho com os olhos. Mas o excelente homem falava a espaços, muito ocupado agora com o seu roast-beef, comendo com método, fazendo estalar a língua, concentrando-se para saborear. E foi só quando o criado trouxe uma Charlotte Russe que Marinho, depois de ter passado a não pela testa, como para clarificar e dispor as suas recordações, largou tudo(...)”

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Ingredientes

  • 12gemas de ovos
  • 500 mlleite
  • 250 gaçúcar fino
  • q.b.essência de baunilha
  • 5 folhasgelatina
  • 500 mlnatas
  • q.b.Palitos de la reine
  • a gostoDoce de frutos vermelhos caseiro
  • a gostoFrutos vermelhos para decorar
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Instruções para cozinhares

  1. 1

    Para o creme junte as gemas, o leite, o açúcar e a essência de baunilha. Mexa com uma colher de pau.

  2. 2

    Leve ao lume num tacho e mexa bem até estar quase a ferver. Retire do lume.

  3. 3

    Acrescente as folhas de gelatina previamente demolhadas em água morna. Adicione ao creme, passe por um passador e ponha a arrefecer mexendo de vez em quando.

  4. 4

    Quando começar a coalhar junte as natas batidas, ligue muito bem este creme sobre uma taça com gelo para prender.

  5. 5

    Quando estiver preso ou coalhado, deve ter preparada uma forma redonda, forrada com palitos a la reine, tanto no fundo como à roda (os palitos devem estar bem unidos uns aos outros).

  6. 6

    Posteriormente, deite na forma o creme e cubra com mais palitos. Guarde no frigorífico até à hora de servir (de preferência de um dia para o outro).

  7. 7

    Disponha o doce de frutos vermelhos caseiro por cima do creme solidificado e decore com os frutos vermelhos ao naturais. Na hora de servir polvilhe com açúcar em pó.

    Foto do passo 7 de Charlotte Russe de Frutos Vermelhos
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Manjares D’Alma
Manjares D’Alma @manjares_dalma2020
em quinta-feira, 27 de agosto de 2020, 22:49h
Leiria, Portugal
Instagram @manjares_d.alma - Onde comida e cultura se encontram à mesa.Alimento para o corpo e alimento para a alma.
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