Pizza à Manjares D’Alma

“(...) Na verdade, gosto tanto da minha pizza que acabei por acreditar no delírio de que a minha pizza também poderá gostar de mim. Estou a ter uma relação com esta pizza, quase um caso amoroso.(...) Levo quase metade da refeição para perceber que a massa sabe mais a nan indiano do que a qualquer massa de pizza que eu já tenha provado. É macia, elástica e moldável, mas incrivelmente fina. Sempre pensei que só havia duas opções na vida, no que tocava à crosta da pizza - fina e estaladiça ou grossa e pastosa. Como é que havia de saber que havia uma crosta neste mundo que era fina e pastosa? A pizza suprema! Uma pizza paradisíaca: fina, pastosa, pegajosa, saborosa, elástica e salgada. Por cima uma camada de molho de tomate doce que forma bolhinhas ao derreter o mozzarella fresco e o raminho de mangericão no meio, que de alguma forma impregna toda a pizza de um odor a ervas, da mesma forma que uma estrela de cinema do meio de uma festa proporciona um contacto cheio de glamour a todos quantos a rodeiam (...)”, do livro Comer Orar Amar, de Elizabeth Gilbert, que originou o filme com o mesmo nome, protagonizado pela aclamada atriz Julia Roberts.
Quanto à pizza, eu não teria feito melhor descrição sobre a que está na fotografia! Aquela primeira dentada foi qualquer coisa de extra-sensorial... e as seguintes foram tão viciantes que desejava que aquela pizza não acabasse!
Pizza à Manjares D’Alma
“(...) Na verdade, gosto tanto da minha pizza que acabei por acreditar no delírio de que a minha pizza também poderá gostar de mim. Estou a ter uma relação com esta pizza, quase um caso amoroso.(...) Levo quase metade da refeição para perceber que a massa sabe mais a nan indiano do que a qualquer massa de pizza que eu já tenha provado. É macia, elástica e moldável, mas incrivelmente fina. Sempre pensei que só havia duas opções na vida, no que tocava à crosta da pizza - fina e estaladiça ou grossa e pastosa. Como é que havia de saber que havia uma crosta neste mundo que era fina e pastosa? A pizza suprema! Uma pizza paradisíaca: fina, pastosa, pegajosa, saborosa, elástica e salgada. Por cima uma camada de molho de tomate doce que forma bolhinhas ao derreter o mozzarella fresco e o raminho de mangericão no meio, que de alguma forma impregna toda a pizza de um odor a ervas, da mesma forma que uma estrela de cinema do meio de uma festa proporciona um contacto cheio de glamour a todos quantos a rodeiam (...)”, do livro Comer Orar Amar, de Elizabeth Gilbert, que originou o filme com o mesmo nome, protagonizado pela aclamada atriz Julia Roberts.
Quanto à pizza, eu não teria feito melhor descrição sobre a que está na fotografia! Aquela primeira dentada foi qualquer coisa de extra-sensorial... e as seguintes foram tão viciantes que desejava que aquela pizza não acabasse!
Instruções para cozinhares
- 1
Prepare a massa: misture a água com o fermento e o açúcar. Mexa e deixe repousar 5 minutos.
- 2
Junte a farinha com o sal, e a mistura da água. Junte o azeite à medida que a massa vai ficando coesa. Amasse até formar uma bola sedosa e lisa.
- 3
Coloque num recipiente, tape com um pano húmido e aguarde 30 minutos.
- 4
Se gostar da massa mais alta, estique a totalidade da massa, se gostar da massa mesmo fina (como eu), divida em duas partes, estique uma com o rolo da massa e congele a outra parte (dá para utilizar na perfeição numa outra vez).
- 5
Pré-aqueça o forno a 200º C.
Coloque a massa esticada num tabuleiro com uma folha de papel vegetal. - 6
Por cima da massa espalhe o molho de tomate. Espalhe as fatias de presunto, os cogumelos, o queijo ralado, as azeitonas, o mozzarella di bufala fatiado, os oregãos e algumas folhas de rúcula.
- 7
Leve ao forno até começar a ficar tostadinha (pelo menos 15 minutos, varia de forno para forno).
- 8
Retire do forno, espalhe a restante rúcula e uns fios de azeite a gosto, e prepare-se para ir ao céu e voltar quanto der a primeira trincadela! 😉
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